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Governo lança painel com dados integrados sobre trabalho no Brasil

  • 12 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura

Foi disponibilizado ao público o novo Painel de Indicadores da Rede de Observatórios do Trabalho, uma plataforma interativa criada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A ferramenta visa ampliar a compreensão sobre o mercado de trabalho no Brasil, reunindo em um só ambiente dados das principais bases nacionais.

O painel integra informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua, do IBGE), da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ambos do MTE.

A proposta é fornecer uma visão ampla e qualificada sobre a realidade do emprego no país, com recursos que favorecem análises segmentadas por escolaridade, faixa etária, raça, gênero, setor de atividade e região.


A plataforma foi desenvolvida com foco em usabilidade. Seu design moderno e interativo permite que usuários consultem gráficos, tabelas e mapas dinâmicos, com filtros que possibilitam recortes específicos. As informações podem ser acessadas nos níveis municipal, estadual e nacional.


“Cada ponto de dado reflete uma realidade diferente. Em um país continental e heterogêneo como o Brasil, esses números ganham ainda mais significado, revelando as desigualdades, os desafios e as potencialidades de uma nação tão diversa”, afirmou a subsecretária de Estatísticas e Estudos do Trabalho do MTE.

O painel consolida dados sobre diferentes aspectos do mundo do trabalho. Entre os principais indicadores disponíveis estão:


  • População ativa: tendências demográficas e perfis;

  • Força de trabalho: taxas de participação e recortes por grupos sociais;

  • Desemprego e subutilização: mapeamento da inserção no mercado;

  • Ocupação formal e informal: vínculos empregatícios e acesso à previdência;

  • Rendimentos: comparações por raça, gênero e região;

  • Desigualdade de renda: análises por segmentos populacionais;

  • Trabalho por conta própria: evolução e perfil desse grupo;

  • Diferenças regionais: mapas com dados segmentados por estado e município.


 
 
 

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